sexta-feira, 26 de junho de 2009

Home-o mundo é a nossa casa

http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U

'5 de Junho de 2009 - dia internacional do ambiente foi o escolhido para a estreia de «HOME- O mundo é a nossa Casa», um filme de Yann Arthus-Bertrand.
Muito mais que um simples filme, este representa um projecto que envolverá o planeta, com a sua estreia em mais de 50 países em simultâneo.

De referir que, o projecto HOME não tem quaisquer fins lucrativos sendo o seu objectivo principal, a sensibilização do maior número de pessoas para as questões ambientais eminentes.
«HOME- O mundo é a nossa Casa» pretende passar uma mensagem de mudança de atitude na população, mostrar as alterações ambientais que estão a acontecer e levá-las a agir.

Sob o lema «é muito tarde para ser pessimista», Yann Arthus-Bertrand mostra com o seu filme, a sua preocupação pelo ambiente e é o primeiro a lançar a pedra de um projecto a que todos deviam agarrar.

O filme estará nos cinemas Lusomundo e poderá ser visto com marcação prévia durante todo o mês de Junho. '

quarta-feira, 24 de junho de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Reiki-Energia Crística




'É um novo Tempo de um Homem novo, o Homem da Era de Aquário, que já vibra na Consciência Cósmica'.







'Amar também se aprende quando se é amado'.

'Ao estarmos centrados na vibração da Alma, na energia do Coração, tornamo-nos conscientes da Fonte Cósmica de Amor Incondicional. 

E igualmente conscientes da nossa função de intermediários, entre a Terra e o Céu.'

Maria Flávia de Monsaraz

terça-feira, 9 de junho de 2009

For All That Has Been Thanks, For All That Will Be Yes

Dag Hammarskjold

segunda-feira, 8 de junho de 2009

um abraço



....o poder de um abraço que tudo abarca, onde nada se diz e tudo foi dito.

dois troncos colados sem vazios de permeio, dois corações emotivamente disparados, duas chamas de vida inteligente e fecunda, uma força universal comum.

...o calor de um abraço que tudo abraça : o medo, o julgamento, a desilusão, a compreensão, a aceitação, o perdão, a redenção, o amor.

Ho’oponopono , disse para dentro de nós...naquele abraço tão forte, tão sentido, tão profundo.

senti-me tua mãe a abraçar-te com amor e carinho e a fazer-te sentir : está tudo bem...perdoa-me... eu amo-te.


(5 de junho 09)


Pode-se ser quem não se é?



-Pode-se ser quem não se é?- pergunta Sérgio Godinho, num blog amigo

-Pode- respondo eu- mas não deve, e mas deve. Ahh!!?? Tu baralhas-me..

Passo a explicar-me.
Pode... mas não deve.
É comum, é um lugar comum vermos pessoas a tentar parecer e ser aquilo que não são. A tentar imitar gestos, comportamentos, gostos, idéias, (...) de outras pessoas que admiram, que idolatram, que invejam.
É comum vermos pessoas a tentarem camuflar-se ou misturar-se com uma classe social ‘acima’ da sua, tentando alterar, melhorar, a aparência da sua realidade, seguindo normas e padrões atribuídos a outros que não os seus pares, em busca de outra aceitação social, dos privilégios inerentes a um determinado status. Status, aparência, superfície, casca, invólucro, capa,...

É comum e é aceitável que se queira melhorar de condição de vida.

Mas se essa melhoria, ascensão, implica perder toda a identidade, toda a idiossincrasia e pecularidade, então soa a falso e mais cedo ou mais tarde desmorona. O gosto também se aprende, também se cultiva, mas terá de estar intimamente ligado a uma estrutura, a uma identidade em transformação, em florescimento, não em negação ou anulação.
Anular quem se é no íntimo, para tentar parecer/ser outra pessoa, ignorar a dinâmica das suas energias para se aproximar e ser igual a A, B ou C com uma dinâmica energética e genética diferente, não é saudável.
‘Cada um é como cada qual’. E é esta variedade, especial de seres, de viveres, de sentires, que torna tão rico e desafiante este mundo. ☺

Pode... mas deve.


Para melhor explicar o que quero dizer com isto, vou dar dois exemplos pessoais.
1.
Sou uma rapariga alta, digamos que acima da média, o que faz com que sobressaia acima de qualquer grupo, apesar das minhas vãs tentativas de não aparecer..sapatos rasos, e encolher-me de nada ajudava...mas o facto é que a minha postura cada vez se aproximava dessa figura que dá pelo nome de ‘corcunda de notre-dame’, seria mais uma corcunda de dame . Ora , pensava eu, já o meu pai era assim...mas não tinha que ser assim!

Uma das mais valias para a minha vida que o fazer teatro me trouxe, foi precisamente a minha postura erecta. O estar em palco e contracenar (muitas vezes em pé, lado a lado) com uma actriz ‘meia-leca’☺, a minha amiga Graça, de apenas 1.50m , fazia com que naturalmente me inclinasse para contracenar com ela, bolas, mas então estava tudo contra?
O teatro permitiu-me perceber a importância (...) da minha postura, e de corrigi-la, de ganhar auto-estima, de me sentir confiante e segura e mostra-lo para um público sempre variado e indefinido, imprevisto, crítico, e muitas vezes difícil de satisfazer.
Assim de marreca nas costas passei a (quase) ‘tábua de engomar’ ☺.
A mudança exterior, acompanhou a mudança interior, porque eu assim quis, senti essa necessidade.

2.
Acontecia entrar em algum sítio, e alguém me dizer: -estás chateada? Não , não estava...
-sorria!, dizia-me o meu ‘médico de estimação’- que tem?, nada, dizia, estou bem...

Comecei a perceber que a minha imagem era dura, que estando sem falar, sem sorrir ou rir, tinha uma expressão dura, (tal como a minha mãe!... outra herança?, não , não quero!) rígida, forte e negativa...que não correspondia ao meu estado de espírito (ou pelo menos sempre!), que não correspondia à minha maneira alegre e descontraída de ser. Pelo menos quando não estava triste ou deprimida ☺. E olhem que sei do que falo...

Quando confronto a minha mãe, ela encolhe os ombros e diz: que queres? Uma pessoa não se faz... nasci triste e morro triste... é assim.
Não não é, para mim não, não obrigada.

Dizem que temos 3 imagens. Como os outros nos vêem, como nos vemos, e como de facto somos. E estas três são muito divergentes por vezes, sobretudo entre as duas primeiras.

Durante muito tempo, eu limitava-me a tentar mudar quando era ‘avisada’, falando, sorrindo, etc...agora, porque também faz parte de um outro trabalho interior, no qual eu me ‘esforço’, trabalho para estar bem, e vestir um sorriso pela manhã até adormecer, faz parte do meu dia-a-dia. 
Agora uso esta cara ‘aparvalhada’ e ando de sorriso nas ‘bentas’ a toda a hora... mas é um ‘trabalho’ consciente, estou continuamente atenta a mim própria, aos meus progressos e retrocessos, às minhas conquistas pessoais interiores.

A velha história do ‘eu nasci assim, eu vivi assim , eu morrerei assim... gabrieeeela’ ☺... desculpem-me os obstinados e obtusos, os pessimistas e resignados, os... não senhores, não me convence.

Entenderam o que quis dizer?hope so...

Mas isto sou eu, senhores, apenas dou o meu contributo, e faço por ser feliz.

E já agora...pensem nisto se vos aprouver... e

Façam o favor de serem felizes, viu? ... e     SORRIAM!!! 

☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺




sábado, 6 de junho de 2009

o tempo é elemento de transformação

“O tempo é o elemento de transformação”.**

 

É uma versão mais elaborada de o ‘tempo cura’.

É dizer que basta passar tempo, algum tempo e sobretudo muito tempo (que para alguns nunca é demais, nem chega ), dizia eu que esse tempo é condição suficiente para que o desiquilíbrio, ou a saudade ou a mágoa, ou o medo, ou a insegurança, ou qualquer outro sentimento sejam sanados, sejam ‘zerados’ e tudo volte ao normal.

Dizer que o tempo cura é dizer que, há uma indeterminada distância temporal que preenche o espaço da nossa vida entre um certo momento de crise, de ruptura connosco próprios e um outro ponto no futuro em que voltaremos a estar bem, bem de saúde da alma. E que o (único) fator de cura, de cicatrização, de retoma, foi um espaço intermédio, no qual se continuou a sofrer, a sentir, mas em decrescendo até desaparecer.

Quase desaparecer, digo eu. E este quase é gigantesco. É potentoso e opressor se o deixarmos ganhar força.

Esse espaço intermédio, esse tempo, foi preenchido, por alguns sobrelotado, com trabalho, sexo, viagens, compras, festas, etc, ou combinações destes, ou outras quaisquer variantes, distrações, não importa.

Não importa com o que se tenta enganar o coração, com o que se abafa a alma, com o que se oprime o ser, com o que se ignora o espírito, o que importa é ‘esquecer’. Ir em frente. Não pensar. Deixar tudo para trás, na esperança vã de um dia já não doer mais. De um dia acordar diferente, curado e convém frisar . “ se Deus quiser”.

-Será?

Então terei de me ‘atulhar’ de mil e uma tarefas ‘como um Cristo’ e esperar  que um dia o bondoso Deus tenha uma abertura na agenda e se lembre de mim para me arrancar do suplício? Ohh, Deus queira!! .. Deus te ouça....

E apenas foi preciso: tempo (meu) e disponibilidade (de Deus) .

É pouco, senhores, é parco e é pobre. O tempo por si, nada fará, nem Deus. 

Esse tempo só poderá ser em verdade de cura,se for de facto de transformação. Se no interior denso do nosso ser se operarem verdadeiras alquimias, se trabalharmos amorosamente com a crise que atravessamos e tecermos novos caminhos, novas hipóteses em cima do que já vivemos, ajustando comportamentos, sentimentos. Aceitando gratos e aferindo com cada crise ( oportunidade) , com cada momento, com cada pessoa que dela fez parte, um intrincado, laboroso trabalho interior, no fundo do nosso ser.

É fácil? Não, não é, e cada um terá que encontrar em si essas respostas, essas soluções, essas ligações, aceitações e (in)compreensões e coser a sua delicada cicatrização.

  De nada adianta meter a cabeça na areia, de nada adianta fugir, de nada adianta fazer de conta, de nada adianta ‘esquecer’. Porque se não for aceite, processado, assimilado, transmutado, mais dia menos dia, vai voltar à tona. Vai voltar a acontecer. E os pontos que tão zelos e atabalhoadamente foram cosidos, vão soltar-se e cicatriz vai abrir de novo e deixar uma ferida aberta...feia.

Estou a falar de tempo, da nossa capacidade de lidar com as situações, da nossa capacidade de auto-cura, da nossa transformação interior.

Mas surge-me aqui a noção de padrão, de padrão de comportamento.

Todos temos . Comportamentos ‘automáticos’ repetitivos, cíclicos . Só identificando-os nas diferentes áreas da nossa vida, podemos perceber que ‘nos estamos a repetir’, que ‘continuamos no mesmo’ (erro).

Uma espécie de ‘eterno retorno’ de Kundera. Ou a eterna marmotinha de rabo-na-boca.

E convenhamos, Senhores, ‘mais do mesmo’, só se esse mesmo for bom, gratificante e variado, se não nos agrada, se nos faz mal, para quê mais?

Quanto mais me bat(o)es mais gosto de (m)ti(m) !?

 Só tendo consciência desses ciclos viciosos poderemos perceber como nos repetimos sem dar-mos conta e como nos afecta a nossa vida esse comportamento ‘compulsivo’, como nos condiciona,  como nos limita.

Se repararmos com atenção, alguns (t)verão ‘esses padrões’ a repetirem-se ao longo de gerações... E enquanto esse padrão não for identificado e quebrado, irá repetir-se no tempo.

Padrões nos relacionamentos afectivos, amorosos, filiais, sociais, laborais. Importa prestar atenção a eles e perceber que tipo de espelhos (os outros) de nós próprios estamos a atrair para a nossa vida.

À medida que vamos mudando, também se vão mudando esses espelhos..

Cada momento de crise, - e é crise porque temos dificuldade em nos deixar fluir com os acontecimentos, em deixarmo-nos atravessar pela corrente e oferecemos resistências internas,  – cada quebra, traz-nos oportunidades de regeneração, traz-nos oportunidades de assimilação de partes perdidas, de crescimento. 

Estes momentos não são mais do que etapas mais ou menos duras, picos descendentes, nos quais somos confrontados com as nossas fragilidades, medos, inseguranças, mágoas, e outras humanidades.

São momentos em que somos postos em causa, ‘provas’ que nos são dadas a viver e superar. Ou não. Nós escolhemos.

A nossa capacidade de resposta a essas crises determina o aparecimento ou não de situações iguais ou diferentes no futuro, determina a nossa saúde física e anímica, determina o nosso padrão de frequência vibracional.

 O tempo, variável em cada situação, pessoa, serve de interregno, de hiato reflexivo, mais ou menos activo no qual aceitamos e encontramos ‘sentidos’, sob essa chama divina (que também somos) e à qual nos unimos na acção meditativa, na oração, na redenção, de coração.

Só assim poderemos afirmar “ o tempo é o elemento de transformação”.

Mas, alegremo-nos Senhores J, ‘tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem as suas marés, tudo sobe e desce’ ...

Fiquem bem,

ver-nos-emos e amarmo-nos-emos por a(qu)í J.

(5/6/2009)

 

**Carlos Drummond de Andrade 

 




terça-feira, 2 de junho de 2009

Aqui vou ser feliz...


-"Aqui vou ser feliz!!!!!!!"

 

Esta frase na altura, repetida ad eternum na tv incomodava-me. Como me incomodam dezenas de outros anúncios que exploram o lado mais fraco e simultaneamente sedutor e enganador da natureza humana. Exploram  e sabedoramente ( não sabiamente ) induzem as massas ‘desprevenidas’, desatentas ou desligadas  comportamentos, por vezes, compulsivos de aquisição ou outros. Mas é também esse o efeito da publicidade, criar a necessidade de algo num potencial consumidor, leva-loa desejar alguma ‘coisa’ e a persegui-la.

Aqui vou ser feliz” era a frase chave duma campanha, julgo que a um crédito bancário à habitação pois apenas retive o que me interessava do anúncio, como diz alguém :”viajava frequentemente entre dois pontos, pouco recordando da distância física ou temporal ou psicológica entre os dois .Várias pessoas, individualmente, abriam janelas e portas de apartamentos e de sorrido de orelha a orelha gritavam em plenos pulmões “Aqui vou ser feliz”

O Aqui pressupunha naquele lugar específico, novo, bonito, interessante, acabadinho de comprar. Pressupunha algo concreto, um imóvel, algo exterior a nós que não precisou da nossa intervenção, ajuda para existir. Pressupunha ser condição única e suficiente para a tal felicidade. O tal pote de ouro no final do arco-íris.

E o ênfase é tanto que implica necessariamente que, a ser-se de facto feliz naquele lugar, ocorrendo um qualquer impedimento de aí se estar e viver, acabaria a felicidade. Uma catástrofe natural, um incêndio, uma perda do imóvel implicaria necessariamente a perda desse estado de graça, desse aparente encantamento .

O vou ser, dá ainda mais ênfase, e implica que se não é, mas que com aquilo de  certeza que se vai ser, ser feliz.

-Como não ser? E cria o desejo, a vontade, a necessidade(s) de ter, de conseguir, de alcançar algo assim, pois com isso está a promessa da tal felicidade a que todos almejam e com que todos sonham.

Nada tenho contra a motivação inerente, o impulso pode ser muito positivo, profissional e pessoalmente, reparo apenas na falsa e ilusória idéia subentendida.

-Podemos (devemos) delegar numa coisa a nossa possibilidade de sermos felizes ?

Estamos a dar um poder imenso a algo externo, estamos-lhe a conferir a capacidade de nos fazer e de sermos de facto felizes.

Seremos assim tão diminutos, tão frágeis, tão insignificantes que precisamos que coisas nos devolvam e envolvam nesse estado natural de alegria e bem-estar?

A situação reportava-se a um imóvel, mas podemos considera-la extensiva a uma pessoa, uma profissão/trabalho, um objecto, situação, etc.

Delegar no outro, nos outros, nas coisas inertes a capacidade de sermos felizes, é destituirmo-nos do poder e responsabilidade pessoal e diária de co-criarmos a nossa realidade e de o sermos . Sermos felizes. É deixar-se vitimizar e levar pelo externo, mutável e incontrolável rol de acontecimentos que sucedem na nossa vida. ‘coitadinho’...

E o coitad(inh)o alimentado pelo ar complacente e misericordioso dos que o rodeiam, deixa-se embalar e ficar nessa onda nostálgica e piedosa de infelicidade, de miséria, de tristeza, de desgraça, porque, coitadinho, dependia daquela coisa, pessoa, lugar, trabalho, para ser , e para ser feliz, ainda por cima.

-Que vai ser dele agora? Coitadinho...

  Com isto quero apenas dizer que está em nós a resposta.

-Quero ser feliz? Quero! Serei então? Não, porque já o sou!

Independentemente de quem entra ou sai na nossa vida (e sem dúvida a enriquece...) do trabalho que se tem ou perde, do lugar onde se mora ou deixa de morar,... acima de tudo isso exterior a nós, está o EU, está a pessoa, a nossa pessoa. E isto nada tem a ver com egocentrismo ou egoísmo. É assim mesmo.

  Eu só posso ser verdadeiramente feliz também com alguém, se já sentir em mim essa felicidade, esse maná de força, de energia, de calor, de poder, de entrega, de partilha, de amor. Só se dá o que se tem para dar, cá dentro, nas profundezas do ser. Eu só posso ser feliz num lugar, se de facto for feliz sem lugar nenhum e em qualquer lugar.

  E essa felicidade vem da certeza, da gratidão, da alegria, da oportunidade, ..., de estar vivo e poder gozar essa rica, variada imprevisível experiência de ser gente.

Sejam quis forem as circunstâncias ( e há vidas muito difíceis e duras) , sejam quais forem as imprevisíveis situações com que cada um se depara na vida, cabe-nos sempre o poder e a responsabilidade da resposta a essa vicissitude, a esse obstáculo, cabe-nos a nós em primeiro lugar encontrar no nosso interior o equilíbrio e a capacidade de as viver. Lembrei-me agora de Nelson Mandela...mas há tantos exemplos mais ou menos conhecidos daquilo que falo, nas mais variadas áreas.

  Não nego a tristeza a tristeza da perda de alguém por exemplo (por morte ou não) , não nego a desilusão e a tristeza da perda de algo de que gostávamos, ...  não nego a dor e o sofrimento naturais na nossa vida.

Nego a entrega  a essa dor e a esse sofrimento, nego o pessimismo resoluto e obstinado, nego a aparente e descrente capacidade de mudar, nego a incapacidade de encontrar pontos de luz e rosas-dos-ventos e reverter situações, nego os ‘coitadinhos’ desta vida.

  Não controlamos - e ainda bem - o ‘processo’ de estarmos vivos, apreciemos e aproveitemos então esse fantástico arco-irís que temos pela frente, bem dentro dos nossos olhos J , porque o pote de ouro no fim desse arco, é só miragem.

 Proposta de atitude por um dia ( um de cada vez J )

(além das 5 dicas do reiki, que ainda escreverei no blog)

 

Pensem, sejam, sintam Alegria:

 -no ar que respiram e na brisa ou vento que vos despenteia os cabelos e corre com as folhas,...

-nas cores que podem ver, mesmo as mais feias para vósJ , o azul do céu, do mar, os verdes das árvores, da terra, o colorido caótico das pessoas,...

-nos cheiros e odores que vos embriagam ou alegram, vos fazem torcer o nariz ou sorrir,........

-no calor gratuito do sol, na sua luz incandescente,

-no fascínio distante das estrelas,

-no sabor na vossa boca de algo que adoram, ou na comida que tem o privilégio e prazer de comer,

-nas vossas mãos, o que se passa por debaixo delas , no corpo todo, , as dezenas de células obreiras, tecidos, órgãos, pêlos, poros,..., no sangue que circula e vos alimenta, tudo a trabalhar incansavelmente para vos manter vivos, gratuitamente, esperando apenas que cuidem bem deles..

-...

Riam-se dos vossos defeitos e disparates,Rsrsrsrs,

Cantem, trauteiem, assobiem qualquer melodia que vos assalte à cabeça,

Dancem se vos apetecer,

Encantem-se com o inesperado, o surpreendente, o mágico simples de cada dia

Brinquem, usem e abusem do humor do riso, do sorriso,

Soltem a vossa bela criança interior que quer mimo e colo, e muita mas muita brincadeira e alegria,

Usem a imaginação a torto e a direito,

Sonhem de olhos abertos, esbugalhados de espanto e parvoíce,

Reinventem-se a cada instante,

...

 

a experiência é para ser feita num dia, observar resultados e repetir..

  Advertência: esta experiência tem efeitos secundários, pode causar habituação e além disso requer ‘esforço’ e empenho pessoal diário, e isso pode ser muito, mas muito duro.

  That’s all folks! Ahh.. e façam o favor de dizer a vós próprios alto e bom som, todos os dias:

 

HOJE SOU FELIZ!!!!!!!!!!!

nós amamos com uma palavra