sexta-feira, 25 de novembro de 2011

2012 - o ano regido pela LUA

''Ao se aproximar o ano de 2012 do nosso calendário ocidental, parece aumentar também o medo do chamado 'fim do mundo' tão anunciado pelo Calendário Maia.* Espiritualistas, esotéricos, religiosos ou não, todos, mesmo os mais céticos, estão interessados em saber se a tal profecia irá se concretizar. (...) Mas devemos concordar que a Terra está enfrentando um período de intensas transformações e que, sejamos esotéricos ou não, precisaremos enfrentar uma grande transformação coletiva. Tenho certeza de que, cada um a seu modo, está procurando fazer adaptações em seu dia-a-dia, mesmo os mais favorecidos ou materialistas, não é? Aliás, quanto mais materialista mais ansioso: com este sobe e desce das bolsas de valores não há como dormir tranqüilo! Haverá crise econômica em 2012? Ocorrerão mais terremotos? Tsunamis? As mudanças climáticas irão piorar? Essas são perguntas que não 'podem calar'!

Mas... como responder às nossas inquietações? Vamos e convenhamos: as informações que recebemos através da mídia não facilitam as coisas. Assistimos 'ao vivo' e diariamente a catástrofes, terremotos e inundações, enfrentamos o aumento da violência, os conflitos mundiais não parecem diminuir, para não falar dos problemas econômicos que tiram o sono de muitos dirigentes e chefes de família.


As grandes transformações anunciadas para a Era de Aquário já estão acontecendo! E não é de hoje que a Terra sacode, o mar se agita, o clima enlouquece. Essencialmente, o fato era que a informação não chegava de forma imediata como agora e os acontecimentos que não nos atingiam diretamente acabavam ficando 'longe dos olhos' e não afetavam nossas vidas. As catástrofes naturais ocorrem naturalmente porque é da natureza da Terra sacudir, cuspir fogo, agitar as águas: ela é um ser vivo em constante transformação. A história nos relata essas transformações ao longo dos milênios. Só que atualmente tudo parece mais rápido, mais imediato e nos atinge 'em cima da hora', não é mesmo? O ser humano se sente cada vez mais instável, inseguro e percebe que não consegue dominar as forças da natureza!
Como fazer, então, para dormir tranqüilos? A quem pedir socorro?
Eu creio que devemos continuar nossa evolução espiritual para nos fortalecer interiormente e enfrentar a época de turbulências em que vivemos.

Então, o que nos dizem os astros sobre o ano de 2012?
A Lua será a regente do ano e com ela virão todas as instabilidades que este satélite expressa do ponto de vista arquetípico. A astrologia, assim como muitas outras ciências, permite várias interpretações que dependem de tradições diferentes. A astrologia hindu é diferente da chinesa que é diferente da muçulmana que é diferente da ocidental. Mas todas elas são imensamente valiosas, pois transmitem conhecimentos milenares de sabedoria e tradição. Por essa razão todo esse saber é útil para servir de orientação na programação do novo ano. Com a visão da astrologia ocidental, tentarei esclarecer algumas das formas usadas para escolher o Regente do Ano.

Os astrólogos mais esotéricos buscam nos antigos caldeus este conhecimento que é baseado na chamada "Estrela dos Magos" , uma estrela de sete pontas onde são colocados o Sol, a Lua e mais cinco planetas (aqueles que são visíveis a olho nu e que eram conhecidos na antiguidade). A sequência em que são colocados os planetas não é clara, pois não segue a ordem lógica (de afastamento dos planetas em relação ao Sol ou em relação à Terra, por exemplo) e não vamos esclarecê-la neste artigo.

Os caldeus utilizavam as regências na seqüência mostrada pela figura abaixo, contando o Ano Zero sempre como sendo o Ano regido pelo Sol. E como encontrar o Ano Zero? Simplesmente dividindo o ano em questão pelo número 7 (sete eram os planetas conhecidos e que são vistos a olho nu) e obtendo como resultado um número de "sobra". Esta sobra é o numero correspondente ao planeta regente do Ano. Quando a sobra for "zero" teremos, então, um ano Solar que iniciará novamente um ciclo. O último ano zero foi 2009. A Estrela nos indica ciclos de 7 anos.

Fazendo esse cálculo, o ano de 2012 nos deixa um número de sobra que é 3 e, portanto, num ano 3 o regente do ano será a Lua que se encontra nessa posição na Estrela dos Magos. Astrologicamente, a Lua rege o signo de Câncer, que corresponde à Casa IV da roda zodiacal.

Se o Sol é o princípio masculino, ou ANIMUS, a Lua é o princípio feminino ou ANIMA. A Lua, reflexo da luz solar, representa nossa infância, nosso lar materno e nossa mãe. É na infância que se forma e plasma nossa auto-imagem. O bebê se aconchega no útero materno, que é representado astrologicamente pela Lua, e dessa Lua ele depende para o seu desenvolvimento emocional e sentimental. É o elemento água, o leite, alimento que está representado na Lua. Assim que o bebê nasce, vai para o colo da mãe para receber calor, alimento e amparo. Se esta mãe o rejeitar, se ela lhe faltar, se ela não o alimentar, o bebê terá sérios problemas psicológicos na fase adulta, mesmo sem o saber conscientemente. De fato, a Lua representa o lado psíquico inferior, é formadora do EGO e faz parte da personalidade da pessoa. Os psicólogos sabem muito bem que os traumas da infância ficam escondidos no nosso subconsciente para sempre!

Mas, se a Lua representa a mãe, ela pode representar também a Terra, nossa mãe maior, aquela que nos alimenta, acalenta e acolhe, que nos dá a vida e que nos recebe na morte. O que terá a nos dizer essa Mãe Terra em 2012? Ela certamente continuará em seus ensinamentos, poderá nos mostrar todo o seu mal-estar do mesmo modo que faria uma mãe quando o filho não a obedece, e pega o mau caminho! Porém, tenho certeza, o fará com amor, no intuito de educá-lo e não de destruí-lo. A meu ver, ela, a Mãe Terra, procurará nos encaminhar para o caminho reto, de maneira que possamos continuar nossa evolução junto com ela. Não creio que ela se comportará como uma madrasta, talvez somente como uma mãe severa.

Se fizermos analogias astrológicas em nível coletivo, poderemos, então, deduzir que em 2012 estaremos dando muita importância ao núcleo familiar, mas também ao solo, ao país que nos abriga e nutre. Teremos muita instabilidade, seja no campo econômico, que nas modas, nos costumes, nos núcleos familiares que mudarão de forma, de composição. Os movimentos de massa, como manifestações, passeatas, clamores, e rebeliões aumentarão bastante, e no mundo inteiro. As preocupações com as 'águas da vida' estarão na pauta diária: mares, rios e oceanos precisarão de nossos cuidados, antes que seja tarde! As figuras femininas e maternais e os assuntos do trivial precisarão de novas abordagens, mais adequadas ao mundo em transformação. E, finalmente, precisamos pensar principalmente naquilo que entendemos como família!
Qual é a sua importância para nós? Deixo essa reflexão para cada um de meus leitores.
(...)
A Deusa da Noite, como é chamada a Lua, rege as mudanças, as emoções, as recordações e, desta feita, se entrarmos nesta sintonia poderemos nos tornar mais emotivos, nostálgicos e muito influenciáveis, desejosos de efetuar mudanças importantes em nossa vida. ''

Graziella Marracini

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*o calendário Maia, não diz que o mundo acaba em 2012...


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

The impossible dream



''When it comes to the things we want, there always seems to be an endless list. No matter how many times we get something off that list, we add new things to replace it. In life, this drama of wanting and getting and wanting is all part of the dance.

The things we want motivate us to get up and get them.

And yet, at the same time, we can torment ourselves with our wanting, especially when we want something we can't have or can't find.
It is in cases like these that it might be fruitful to entertain the idea that maybe what you really want is right in front of you.

Maybe you are using this desire you can't fulfill to distract you from truly engaging the blessings you already have.
It may seem like that doesn't make sense, yet we do it all the time.

It may be easier to see in other people than to see it in ourselves.

We have all heard our friends wishing they were more this or less that, and looking at them we see clearly that they are everything they are wishing they were. We know people who have wonderful partners and yet envy you yours. We wish we could give these people a look at their situations from our perspective so that they could see that what they want really is right in front of them.

It's not too far-fetched to consider that we might be victims of the same folly. It can be scary to have what we want.

We get caught up in the chase and forget to enjoy the beauty right in front of us—like a child who never wants the toy she has in her hand but always the one just out of her reach.

Take a moment today to consider the many things you are holding in the palm of your hand and how you might best play with them. '' ( Scott Blum, Daily Om)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Perceiving the Infinite




''Psychic experiences are a natural part of our everyday lives.

People often have difficulty accepting that they have been blessed with psychic abilities because without a frame of reference it is almost impossible to identify an extrasensory experience and to distinguish psychic sights, sounds, and sensations from the projects of the unconscious mind.

To some extent, every human being on the planet is clairvoyant, clairaudient, and clairsentient, although most people discover that they are naturally adept at one more than the others.

When you trust in and take steps to hone your innate clairvoyance, clairaudience, and clairsentience, you will enter a new realm of being in which the universe, your higher self, and your spirit guides lovingly conduct you toward a more aware existence.   
   
Clairvoyance, or clear seeing, is the ability to see with the mind's eye. An individual who has honed their clairvoyant abilities may be able to see in their mind's eye events in a remote location; to witness incidents that have yet to occur; or to perceive shapes, colors, and other images that are physically invisible.

Clairaudience, which means clear listening, is the ability to hear sounds not physically audible. A person with the gift of clairaudience perceives psychic information as auditory resonance and may hear angelic voices, music, or other sounds.

A clairsentient, or clear feeling, individual is able to sense physical, emotional, and spiritual energy in the form of seemingly unearthly scents, touches, and movements.

Each of these psychic abilities can manifest themselves within us voluntarily or involuntarily. It is natural for us to have these abilities; we need only practice.

Developing your psychic talents is a matter of releasing your fear of seeing, hearing, or feeling inexplicable or disquieting stimulus.

Before you attempt to consciously tap into your gifts, ground yourself to anchor your mind in the present to disconnect from any involuntary psychic experiences you may be having.
Concentrate on your intuitive responses to the world around you and notice any sights, sounds, or feelings that enter your mind.

If you trust your perceptions, you'll discover that each psychic impression you receive will be in some way relevant to your experienceeven when that relevance may not be immediately recognizable.''
(Daily OM)




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Using our outside voice

''Each of us has developed an internal filtering process that helps us choose which parts of our constant inner monologues get voiced outside of our heads. Sometimes the choice is based on what we consider to be polite or appropriate, using subtlety instead of directness to try to get our point across. Other times the choice is made based on our expectations of the other person and what we feel they should know about us, our feelings, and our needs.

But our best chance of getting what we need is to communicate specifically by converting our inner voice to our outside voice.

This may seem unnecessary sometimes, especially when we think the other person has the same information we ourselves are working with, but we have to remember they also have their own inner voice, evaluating what they hear in light of their own issues and needs. With so much to consider and sift through, we are truly better off if we communicate precisely.
Not only does doing this minimize the chance for misinterpretation, but voicing our thoughts it is an act of creation. We convert thought and imagination to sound, releasing it from the chamber of our minds into the outside world. This carries energy and intention with it, making our thoughts, wishes, and even dreams come true. 

When we have the courage to speak our minds and use our voice to send the desires of our hearts from our inner world to the world outside, we take a bold step in making them happen.

By removing fear of what others may think and expectation of what others should understand, we free ourselves and our thoughts from the bondage of the mental chamber and let loose our desires onto the canvas of the world.

Next time we become aware that we have a choice about how to communicate, we can choose to use our outside voice and watch its creative power at work.   '' (Daily Om)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Virtuous Cycle- the ripple efect



''In a world of six billion people, it’s easy to believe that the only way to initiate profound transformation is to take extreme action. Each of us, however, carries within us the capacity to change the world in small ways for better or worse.

Everything we do and think affects the people in our lives, and their reactions in turn affect others. As the effect of a seemingly insignificant word passes from person to person, its impact grows and can become a source of great joy, inspiration, anxiety, or pain.

Your thoughts and actions are like stones dropped into still waters, causing ripples to spread and expand as they move outward.
The impact you have on the world is greater than you could ever imagine, and the choices you make can have far-reaching consequences.

You can use the ripple effect to make a positive difference and spread waves of kindness that will wash over the world.

Should the opportunity arise, the recipient of a good deed will likely feel compelled to do a good deed for someone else. Someone feeling the effects of negative energy will be more likely to pass on that negative energy.
One act of charity, one thoughtful deed, or even one positive thought can pass from individual to individual, snowballing until it becomes a group movement or the ray of hope that saves someone’s life.

Every transformation, just like every ripple, has a point of origin.
You must believe in your ability to be that point of origin if you want to use the ripples you create to spread goodness. Consider the effect of your thoughts and actions, and try to act graciously as much as possible.

A smile directed at a stranger, a compliment given to a friend, an attitude of laughter, or a thoughtful gesture can send ripples that spread among your loved ones and associates, out into your community, and finally throughout the world.

You have the power to touch the lives of everyone you come into contact with and everyone those people come into contact with. The momentum of your influence will grow as your ripples moves onward and outward. One of those ripples could become a tidal wave of positivity.'' (DailyOm)


sábado, 12 de novembro de 2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

percepções

''QUERO FALAR
Quero continuar a falar contigo, como sempre fiz. Sempre expressei as minhasopiniões, sempre comuniquei. Mas comunico de outra maneira. Não é por
palavras. É por percepções. Eu sei que é difícil, que não estás acostumado.
Estás acostumado a ver, ouvir, tocar, falar, ler, mas percepcionar… isso deve
mesmo ser estranho para ti.
Faz uma coisa. Fecha os olhos. Respira. Pensa na respiração. Só. Permanece
assim durante algum tempo.
Depois pede. Pede para te ser retirado o ego. Hás-
de sentir uma coisa enorme a sair. Depois pede para te ser retirada a resistência.
Verás outra coisa grande a sair – aviso-te que tanto o ego como a resistência
saem, mas apenas temporariamente.
Deixa uma luz entrar pela cabeça. Deixa-a percorrer todo o corpo. E depois
pensa em mim. Sente-me. Percepciona-me. Eu estarei na tua maior paz. Estarei
na maior luz que sentires entrar
. Estarei na distância da vida quotidiana, na
imensa distância que separa esse momento sensitivo que estás a vivenciar
agora e a vida normal da matéria. E quanto maior a distância, maior a minha
presença.
E um dia, quando tiveres feito este exercício muitas vezes, vais saber de mim.
Eu estarei aí e irei fazer-me sentir. Cá te espero.''

O livro da Luz

terça-feira, 8 de novembro de 2011

a samambaia e o bambu



«Certo dia, decidi dar-me por vencida, renunciei ao meu trabalho, às minhas relações, e à minha fé. Resolvi desistir até da minha vida.
Dirigí-me ao bosque para ter uma última conversa com Deus.
" Deus," eu disse, " poderias dar-me uma boa razão para eu não entregar os pontos?"
Sua resposta me surpreendeu:
" Olha ao seu redor. Estás vendo a samambaia e o bambu?"
" Sim, estou vendo", respondi.
" Pois bem. Quando eu semeei as samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem. Não lhes deixei faltar luz e água. A samambaia cresceu rapidamente, seu verde brilhante cobria o solo. Porém, da semente do bambu nada saía. Apesar disso, eu não desisti do bambu. No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa. E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu. Mas, eu não desisti do bambu. No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa...

Mas, eu não desisti. Mas... no quinto ano, um pequeno broto saiu da terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno, até insignificante. Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 50 metros de altura. Ele ficara cinco anos afundando raízes. Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver. A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas não pudessem superar".

E, olhando bem no meu íntimo, disse:
" Sabes que durante todo esse tempo em que vens lutando, na verdade estavas criando raízes? Eu jamais desistiria do bambu. Nunca desistiria de ti. Não te compares com outros. O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos eram necessários para fazer do bosque um lugar bonito". " Teu tempo vai chegar", disse-me Deus. " Crescerás muito!" " Quanto tenho de crescer?", perguntei. " Tão alto como o bambu", foi a resposta. E eu deduzi: " Tão alto quanto puder!"

Um certo escritor escreveu: " Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento e, às vezes, não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava".

O bambu nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos... Devemos sempre lembrar do bambu para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão. Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida: a persistência e a paciência, pois todos nós merecemos alcançar os nossos objetivos! É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

Nunca te arrependas de um dia de tua vida.

Os bons dias te dão felicidade.
 
Os maus te dão experiência.

Ambos são essenciais para a vida.
 
A felicidade te faz doce.

Os problemas te mantêm forte.

As lutas te mantêm humano.
 
As quedas te mantêm humilde.

O bom êxito te mantém brilhante.

Mas, só Deus te mantém caminhando...'' »



quinta-feira, 3 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Experiences we don´t understand




''Sometimes we have an experience that we don’t understand, but if we look deeply, or wait long enough, a reason for that experience will usually reveal itself. All the events in our lives lead to other events, and all that we have manifested in this present moment is the result of past events and experiences. We cannot easily tease apart the many threads that have been woven together to create our current reality. Experiences that don’t make sense, as well as any that we regret, are just as responsible for the good things in our lives as the experiences we do understand or label as “good.”
This is especially important to remember at times when we feel directionless or unsure of what to do. It is often at times like these that we take a job or move to a place without really knowing if it’s the right thing to do. We may ultimately end up leaving the job or the place, but often during that time we will have met someone who becomes an important friend, or we may have an experience that changes us in a profound way. When all the pieces of our life don’t quite make sense, we can remember that there may be some hidden gem of a reason that we are where we are having the experiences we are having.
It’s fun to look back on past experiences with an eye to uncovering those gems—the dreadful temporary job in a bland office building that introduced you to the love of your life; the roommate you couldn’t tolerate who gave you a book that changed your life; the time spent living in a city you didn’t like that led you into a deeper relationship with yourself. Remembering these past experiences can restore our faith in the present. Life is full of buried treasures. Chances are, you’re sitting on some right now.'' (Scott Blum- DailyOM)