quarta-feira, 29 de maio de 2013

Opening the door





''As human beings we often have a tendency to fight against using our natural gifts.

Many stories of success start with an individual who is ignoring the call of his or her inborn abilities.

There are many possible reasons for this resistance, from fear that the calling will be too difficult to a disbelief in the very work one is being asked to do.

We may feel too small, too distracted by other people’s ideas about what we should do, or too uninformed.

Whatever the case, the resistance to actualizing ourselves has very concrete consequences, and many of us have been called out of hiding by an illness or a twist of fate that unequivocally dismantled our resistance.

In other words, the universe knocks, and if we don’t answer it knocks louder.  

For example, if you are meant to be a psychic or a medium, and you aren’t using that gift, you may get headaches. If you are meant to be a healer and are trying to be a lawyer, you may have trouble getting or keeping a job.

This doesn’t mean that you can’t still be a lawyer, but perhaps integrating your gifts into your work is what is calling you.

On the other hand, you may simply feel an underlying anxiety that you are not on the right path, doing the right thing.

Pay attention to this feeling, and ask for guidance from the universe, being open to all its communications, from subtle internal yearnings to powerful dreams.

As you begin to risk opening the door to your natural gifts, your life situation may shift in a powerful way.

However, you may find that small steps in the right direction, such as taking a class or setting aside one night a week to paint or write, is enough for now.

The first step on the journey to our calling in life is to
listen to our internal voices and respond to the knocking universe at the door.

As we do, the symptoms and anxieties that have haunted us will fade into the background, replaced by opportunities, both big and small, to open the door to what we are truly here to do. ''


by Madisyn Taylor


 

sábado, 18 de maio de 2013

be positive

''Being a positive person isn't just a nice thing, it’s actually a protection.
Positive consciousness creates positive realities.
When we see the good in everything and everyone – including ourselves – we can start to experience the good that is all around us.
The more we connect with the force of positivity, the less negativity can touch us.''


by Yehuda Berg

quinta-feira, 16 de maio de 2013

:D

Looking deeply




''Sometimes we find it difficult to see the good in people, places, or situations that aren’t to our liking.
 
We focus on the things we don’t like in our lives as a way of fueling our efforts to create change. There is nothing inherently wrong with this, and it is one way we make progress. However, if we get too caught up in this way of looking at the world, we lose touch with our ability to sit back and simply say yes to everything on our plates, which is the true starting point for all successful activity.
 
Sometimes what we really need is to encourage ourselves to look deeply into all things in our lives to see the inherent goodness at the heart of everything.
At the core of this inquiry is the practice of unconditional acceptance, which can be scary because we feel as if we are being asked not to change the things we don’t like.

 
But when we think this way, we are still operating on the surface of our lives.
 
In order to feel the beauty and warmth of full acceptance, we have to be willing to sink deeper into the stratum underlying the external manifestation of our lives.
 
This deeper place of being is the origin of all lasting change, yet its paradox is that when we are in it, we often don’t feel the need to change anything.
 
From this place, we experience the pure beauty of the process of being alive, and we see that all things change in their own time.
 
We don’t need to force anything.
If there are things that we do need to change, from this place of serenity we create the shift easily, our hands guided by an energy that resides at the very center of our hearts.
In our active, goal-oriented culture, we learn to distrust stillness and to engage in busywork on the surface of life.

 
This tendency can blind us to the good that lies at the heart of all things.
 
But all we have to do to see again is stop for a moment, let go of our preconceptions and our agendas, and settle into the very center of our hearts, remembering that it is only from here that we can truly see. ''
 
by Madisyn Taylor
 
 




 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

o Deus das pequenas coisas

''Me sinto uma fracassada”. Não é uma frase fácil de se ouvir de alguém. Soa até mesmo incompreensível quando se trata de uma mulher linda, rica, que mora num sobrado deslumbrante, passa uma parte do ano no Brasil e a outra em Nova York, é casada com um homem igualmente lindo e apaixonado por ela, tem dois filhos que são uns doces, é uma profissional bem-sucedida e já deu a volta ao mundo uma meia-dúzia de vezes. O que é que falta? “Um projeto de vida”, responde ela.

Existe uma insaciedade preocupante nessa mulher e em diversas outras mulheres e homens que conquistaram o que tanto se deseja, e que ainda assim não conseguem preencher o seu vazio.
Um projeto de vida, o que vem a ser? No caso de quem tem tudo, pode ser escrever um livro, adotar uma criança, engajar-se numa causa social, abrir um negócio próprio, enfim, algo grandioso quando já se tem tudo de grande: amor, saúde, dinheiro e realização profissional.
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Mas creio que esse projeto de vida que falta a tantas pessoas consiste justamente no que é considerado pequeno e, por ser pequeno, novo para quem não está acostumado a se deslumbrar com o que se convencionou chamar de “menor”.
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Onde é que se encontra o sublime? Perto.
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Ao regar as plantas do jardim. Ao escolher os objetos da casa conforme a lembrança de um momento especial que cada um deles traz consigo. Lendo um livro. Dando uma caminhada junto ao mar, numa praça, num campo aberto, onde houver natureza. Selecionando uma foto para colocar no porta-retrato. Escolhendo um vestido para sair e almoçar com uma amiga. Acendendo uma vela ou um incenso. Saboreando um beijo. Encantando-se com o que é belo. Reverenciando o sol da manhã depois de uma noite de chuva.
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Aceitando que a valorização do banal é a única atitude que nos salva da frustração.
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Quando já não sentimos prazer com certas trivialidades, quando passamos a ter gente demais fazendo as tarefas cotidianas por nós, quando trocamos o “ser feliz” pelo “parecer feliz”, nossas necessidades tornam-se absurdas e nada que viermos a conquistar vai ser suficiente, pois teremos perdido a noção do que a palavra suficiente significa.
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Sei que tudo isso parece fácil e que não é. Algumas pessoas não conseguem desenvolver essa satisfação interna que faz com que nos sintamos vitoriosos simplesmente por estarmos em paz com a vida, mesmo possuindo problemas, mesmo tendo questões sérias a resolver no dia-a-dia.
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É inevitável que se pense que a saída está na religião, mas dedicar-se a uma doutrina, seja qual for, pode ser apenas fuga e desenvolver a alienação.
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Mais do que rezar para um Deus profético e soberano, acredito que o que nos sustenta passa sim, por uma espiritualidade, porém menos dogmática.
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É o cultivo de um espírito de gratidão, sem penitências, culpas e outras tranqueiras.
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Gratidão por estarmos aqui e por termos uma alma capaz de detectar o sublime no essencial, fazendo com que todo o supérfluo, que não é errado desejar e obter, torne-se apenas uma consequência agradável desse nosso olhar íntimo e amoroso a tudo o que nos cerca.''
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Marta Medeiros