in it's most sacred form
http://www.yogaundressed.com/watch-the-trailer/
Unite with another
Commune with the divine
Uniting in asana with a friend, lover or someone you have just met deepens our understanding of yoga and our awareness of others.
Yoga is a form of bonding with the self and the world, and yoga with a partner, breathing together, feeling, guiding and supporting one another is a creative and playful journey that connects us to one another in the present moment.
In this practice, not only do we connect to ourselves and one another, but we deepen our innermost awareness of ourselves, and cultivate the greatest intimacy and reverence for our bodies and ourselves as sensual, whole beings, finding the most divine reverence for our innocent and highest sensual selves.
Connect to the sacred energy of transformation with another.
Explore this beautiful union of vinyasa yoga and erotic art where your body becomes the canvas.
Enjoy this beautifully choreographed partnering sequence that will both inspire and delight you ...
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
A magical mind
''From blowing dandelion seeds into the air to throwing a penny into a fountain, we have all felt inspired to make a wish, to whisper our secret desires into the ears of the universe and wait for signs that we have been heard. Some wishes come true while others remain ethereal visions that either stay with us or fade like a star in the light of morning.
Whether they come true or not, wishes are important missives, expressing our heart's desire as well as our intention to create something new in our lives.
When we wish for something, our consciousness opens to receiving it, like a flower unfolding its petals to receive a bee.
There is something innocent and magical about making a wish, something that recalls the energy of childhood.
Wishing is not about formulating a plan and following it step by step to attain a goal, which is the realm of adulthood.
Wishing is more like a playful volley across the universe, an invitation to play. Waiting for the response is an integral part of the process.
Wishing inspires an innocent opening to the possibility of magic as we wait to see if the invisible realm will bring our wish to life.
This opening is a beautiful gesture in and of itself, regardless of the outcome. We place ourselves in a magical mind, and this mind is arguably as wonderful as the fulfillment of our wish itself.
In our straightforward, action-oriented society, we may tend to dismiss the power of this seemingly passive process, yet the power of a wish is well known, hence the cautionary phrase, "Be careful what you wish for." If you have given up wishing in favor of more adult pursuits, you might want to bring its magic back into your life. The next time you see the first star of the evening, or find yourself in front of a birthday cake covered in flaming candles, give yourself the gift of the magical realm that you knew so well as a child—close your eyes, open your mind, and make your wish.'' (Daily Om)
Whether they come true or not, wishes are important missives, expressing our heart's desire as well as our intention to create something new in our lives.
When we wish for something, our consciousness opens to receiving it, like a flower unfolding its petals to receive a bee.
There is something innocent and magical about making a wish, something that recalls the energy of childhood.
Wishing is not about formulating a plan and following it step by step to attain a goal, which is the realm of adulthood.
Wishing is more like a playful volley across the universe, an invitation to play. Waiting for the response is an integral part of the process.
Wishing inspires an innocent opening to the possibility of magic as we wait to see if the invisible realm will bring our wish to life.
This opening is a beautiful gesture in and of itself, regardless of the outcome. We place ourselves in a magical mind, and this mind is arguably as wonderful as the fulfillment of our wish itself.
In our straightforward, action-oriented society, we may tend to dismiss the power of this seemingly passive process, yet the power of a wish is well known, hence the cautionary phrase, "Be careful what you wish for." If you have given up wishing in favor of more adult pursuits, you might want to bring its magic back into your life. The next time you see the first star of the evening, or find yourself in front of a birthday cake covered in flaming candles, give yourself the gift of the magical realm that you knew so well as a child—close your eyes, open your mind, and make your wish.'' (Daily Om)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Relying on others
''Most of us pride ourselves on our self-sufficiency. We like to be responsible for taking care of ourselves and pulling our own weight in the world.
This is why it can be so challenging when we find ourselves in a situation in which we have to rely on someone else.
This can happen as the result of an illness or an injury, or even in the case of a positive change, such as the arrival of a newborn.
At times like these, it is essential that we let go of our feeling that we should be able to do it all by ourselves and accept the help of others.
The first step is accepting the situation fully as it is.
Too often we make things worse either by trying to do more than we should or by lapsing into feelings of uselessness. In both cases we run the risk of actually prolonging our dependency. In addition, we miss a valuable opportunity to practice acceptance and humility.
The ego resists what is, so when we move into acceptance we move into the deeper realm of the soul.
In needing others and allowing them to help us, we experience the full realization that we are not on our own in the world. While this may bring up feelings of vulnerability, a deep feeling of gratitude may also emerge as we open to the experience of being helped.
This realization can enable us to be wiser in our service of others when we are called upon to help.
It takes wisdom and strength to surrender to our own helplessness and to accept that we, just like every other human being, have limitations. The gifts of surrender are numerous.
We discover humility, gratitude, and a deepening understanding of the human experience that enables us to be that much more compassionate and surrendered in the world.'' (Daily OM)
sábado, 3 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
2012 - o ano regido pela LUA
''Ao se aproximar o ano de 2012 do nosso
calendário ocidental, parece aumentar também o medo do chamado 'fim do mundo'
tão anunciado pelo Calendário Maia.* Espiritualistas, esotéricos, religiosos ou
não, todos, mesmo os mais céticos, estão interessados em saber se a tal profecia
irá se concretizar. (...) Mas devemos concordar que a Terra
está enfrentando um período de intensas transformações e que, sejamos esotéricos
ou não, precisaremos enfrentar uma grande transformação coletiva. Tenho certeza
de que, cada um a seu modo, está procurando fazer adaptações em seu dia-a-dia,
mesmo os mais favorecidos ou materialistas, não é? Aliás, quanto mais
materialista mais ansioso: com este sobe e desce das bolsas de valores não há
como dormir tranqüilo! Haverá crise econômica em 2012? Ocorrerão mais
terremotos? Tsunamis? As mudanças climáticas irão piorar? Essas são perguntas
que não 'podem calar'!
Mas... como responder às nossas inquietações? Vamos e convenhamos: as informações que recebemos através da mídia não facilitam as coisas. Assistimos 'ao vivo' e diariamente a catástrofes, terremotos e inundações, enfrentamos o aumento da violência, os conflitos mundiais não parecem diminuir, para não falar dos problemas econômicos que tiram o sono de muitos dirigentes e chefes de família.
As grandes transformações anunciadas para a Era de Aquário já estão acontecendo! E não é de hoje que a Terra sacode, o mar se agita, o clima enlouquece. Essencialmente, o fato era que a informação não chegava de forma imediata como agora e os acontecimentos que não nos atingiam diretamente acabavam ficando 'longe dos olhos' e não afetavam nossas vidas. As catástrofes naturais ocorrem naturalmente porque é da natureza da Terra sacudir, cuspir fogo, agitar as águas: ela é um ser vivo em constante transformação. A história nos relata essas transformações ao longo dos milênios. Só que atualmente tudo parece mais rápido, mais imediato e nos atinge 'em cima da hora', não é mesmo? O ser humano se sente cada vez mais instável, inseguro e percebe que não consegue dominar as forças da natureza!
Como fazer, então, para dormir tranqüilos? A quem pedir socorro?
Eu creio que devemos continuar nossa evolução espiritual para nos fortalecer interiormente e enfrentar a época de turbulências em que vivemos.
Então, o que nos dizem os astros sobre o ano de 2012?
A Lua será a regente do ano e com ela virão todas as instabilidades que este satélite expressa do ponto de vista arquetípico. A astrologia, assim como muitas outras ciências, permite várias interpretações que dependem de tradições diferentes. A astrologia hindu é diferente da chinesa que é diferente da muçulmana que é diferente da ocidental. Mas todas elas são imensamente valiosas, pois transmitem conhecimentos milenares de sabedoria e tradição. Por essa razão todo esse saber é útil para servir de orientação na programação do novo ano. Com a visão da astrologia ocidental, tentarei esclarecer algumas das formas usadas para escolher o Regente do Ano.
Os astrólogos mais esotéricos buscam nos antigos caldeus este conhecimento que é baseado na chamada "Estrela dos Magos" , uma estrela de sete pontas onde são colocados o Sol, a Lua e mais cinco planetas (aqueles que são visíveis a olho nu e que eram conhecidos na antiguidade). A sequência em que são colocados os planetas não é clara, pois não segue a ordem lógica (de afastamento dos planetas em relação ao Sol ou em relação à Terra, por exemplo) e não vamos esclarecê-la neste artigo.
Os caldeus utilizavam as regências na seqüência mostrada pela figura abaixo, contando o Ano Zero sempre como sendo o Ano regido pelo Sol. E como encontrar o Ano Zero? Simplesmente dividindo o ano em questão pelo número 7 (sete eram os planetas conhecidos e que são vistos a olho nu) e obtendo como resultado um número de "sobra". Esta sobra é o numero correspondente ao planeta regente do Ano. Quando a sobra for "zero" teremos, então, um ano Solar que iniciará novamente um ciclo. O último ano zero foi 2009. A Estrela nos indica ciclos de 7 anos.
Fazendo esse cálculo, o ano de 2012 nos
deixa um número de sobra que é 3 e, portanto, num ano 3 o regente do ano será a
Lua que se encontra nessa posição na Estrela dos Magos. Astrologicamente, a Lua
rege o signo de Câncer, que corresponde à Casa IV da roda zodiacal.
Se o Sol é o princípio masculino, ou ANIMUS, a Lua é o princípio feminino ou ANIMA. A Lua, reflexo da luz solar, representa nossa infância, nosso lar materno e nossa mãe. É na infância que se forma e plasma nossa auto-imagem. O bebê se aconchega no útero materno, que é representado astrologicamente pela Lua, e dessa Lua ele depende para o seu desenvolvimento emocional e sentimental. É o elemento água, o leite, alimento que está representado na Lua. Assim que o bebê nasce, vai para o colo da mãe para receber calor, alimento e amparo. Se esta mãe o rejeitar, se ela lhe faltar, se ela não o alimentar, o bebê terá sérios problemas psicológicos na fase adulta, mesmo sem o saber conscientemente. De fato, a Lua representa o lado psíquico inferior, é formadora do EGO e faz parte da personalidade da pessoa. Os psicólogos sabem muito bem que os traumas da infância ficam escondidos no nosso subconsciente para sempre!
Mas, se a Lua representa a mãe, ela pode representar também a Terra, nossa mãe maior, aquela que nos alimenta, acalenta e acolhe, que nos dá a vida e que nos recebe na morte. O que terá a nos dizer essa Mãe Terra em 2012? Ela certamente continuará em seus ensinamentos, poderá nos mostrar todo o seu mal-estar do mesmo modo que faria uma mãe quando o filho não a obedece, e pega o mau caminho! Porém, tenho certeza, o fará com amor, no intuito de educá-lo e não de destruí-lo. A meu ver, ela, a Mãe Terra, procurará nos encaminhar para o caminho reto, de maneira que possamos continuar nossa evolução junto com ela. Não creio que ela se comportará como uma madrasta, talvez somente como uma mãe severa.
Se fizermos analogias astrológicas em nível coletivo, poderemos, então, deduzir que em 2012 estaremos dando muita importância ao núcleo familiar, mas também ao solo, ao país que nos abriga e nutre. Teremos muita instabilidade, seja no campo econômico, que nas modas, nos costumes, nos núcleos familiares que mudarão de forma, de composição. Os movimentos de massa, como manifestações, passeatas, clamores, e rebeliões aumentarão bastante, e no mundo inteiro. As preocupações com as 'águas da vida' estarão na pauta diária: mares, rios e oceanos precisarão de nossos cuidados, antes que seja tarde! As figuras femininas e maternais e os assuntos do trivial precisarão de novas abordagens, mais adequadas ao mundo em transformação. E, finalmente, precisamos pensar principalmente naquilo que entendemos como família!
Qual é a sua importância para nós? Deixo essa reflexão para cada um de meus leitores.
(...)
A Deusa da Noite, como é chamada a Lua, rege as mudanças, as emoções, as recordações e, desta feita, se entrarmos nesta sintonia poderemos nos tornar mais emotivos, nostálgicos e muito influenciáveis, desejosos de efetuar mudanças importantes em nossa vida. ''
Graziella Marracini
...........................................................................................
*o calendário Maia, não diz que o mundo acaba em 2012...
Mas... como responder às nossas inquietações? Vamos e convenhamos: as informações que recebemos através da mídia não facilitam as coisas. Assistimos 'ao vivo' e diariamente a catástrofes, terremotos e inundações, enfrentamos o aumento da violência, os conflitos mundiais não parecem diminuir, para não falar dos problemas econômicos que tiram o sono de muitos dirigentes e chefes de família.
As grandes transformações anunciadas para a Era de Aquário já estão acontecendo! E não é de hoje que a Terra sacode, o mar se agita, o clima enlouquece. Essencialmente, o fato era que a informação não chegava de forma imediata como agora e os acontecimentos que não nos atingiam diretamente acabavam ficando 'longe dos olhos' e não afetavam nossas vidas. As catástrofes naturais ocorrem naturalmente porque é da natureza da Terra sacudir, cuspir fogo, agitar as águas: ela é um ser vivo em constante transformação. A história nos relata essas transformações ao longo dos milênios. Só que atualmente tudo parece mais rápido, mais imediato e nos atinge 'em cima da hora', não é mesmo? O ser humano se sente cada vez mais instável, inseguro e percebe que não consegue dominar as forças da natureza!
Como fazer, então, para dormir tranqüilos? A quem pedir socorro?
Eu creio que devemos continuar nossa evolução espiritual para nos fortalecer interiormente e enfrentar a época de turbulências em que vivemos.
Então, o que nos dizem os astros sobre o ano de 2012?
A Lua será a regente do ano e com ela virão todas as instabilidades que este satélite expressa do ponto de vista arquetípico. A astrologia, assim como muitas outras ciências, permite várias interpretações que dependem de tradições diferentes. A astrologia hindu é diferente da chinesa que é diferente da muçulmana que é diferente da ocidental. Mas todas elas são imensamente valiosas, pois transmitem conhecimentos milenares de sabedoria e tradição. Por essa razão todo esse saber é útil para servir de orientação na programação do novo ano. Com a visão da astrologia ocidental, tentarei esclarecer algumas das formas usadas para escolher o Regente do Ano.
Os astrólogos mais esotéricos buscam nos antigos caldeus este conhecimento que é baseado na chamada "Estrela dos Magos" , uma estrela de sete pontas onde são colocados o Sol, a Lua e mais cinco planetas (aqueles que são visíveis a olho nu e que eram conhecidos na antiguidade). A sequência em que são colocados os planetas não é clara, pois não segue a ordem lógica (de afastamento dos planetas em relação ao Sol ou em relação à Terra, por exemplo) e não vamos esclarecê-la neste artigo.
Os caldeus utilizavam as regências na seqüência mostrada pela figura abaixo, contando o Ano Zero sempre como sendo o Ano regido pelo Sol. E como encontrar o Ano Zero? Simplesmente dividindo o ano em questão pelo número 7 (sete eram os planetas conhecidos e que são vistos a olho nu) e obtendo como resultado um número de "sobra". Esta sobra é o numero correspondente ao planeta regente do Ano. Quando a sobra for "zero" teremos, então, um ano Solar que iniciará novamente um ciclo. O último ano zero foi 2009. A Estrela nos indica ciclos de 7 anos.
Se o Sol é o princípio masculino, ou ANIMUS, a Lua é o princípio feminino ou ANIMA. A Lua, reflexo da luz solar, representa nossa infância, nosso lar materno e nossa mãe. É na infância que se forma e plasma nossa auto-imagem. O bebê se aconchega no útero materno, que é representado astrologicamente pela Lua, e dessa Lua ele depende para o seu desenvolvimento emocional e sentimental. É o elemento água, o leite, alimento que está representado na Lua. Assim que o bebê nasce, vai para o colo da mãe para receber calor, alimento e amparo. Se esta mãe o rejeitar, se ela lhe faltar, se ela não o alimentar, o bebê terá sérios problemas psicológicos na fase adulta, mesmo sem o saber conscientemente. De fato, a Lua representa o lado psíquico inferior, é formadora do EGO e faz parte da personalidade da pessoa. Os psicólogos sabem muito bem que os traumas da infância ficam escondidos no nosso subconsciente para sempre!
Mas, se a Lua representa a mãe, ela pode representar também a Terra, nossa mãe maior, aquela que nos alimenta, acalenta e acolhe, que nos dá a vida e que nos recebe na morte. O que terá a nos dizer essa Mãe Terra em 2012? Ela certamente continuará em seus ensinamentos, poderá nos mostrar todo o seu mal-estar do mesmo modo que faria uma mãe quando o filho não a obedece, e pega o mau caminho! Porém, tenho certeza, o fará com amor, no intuito de educá-lo e não de destruí-lo. A meu ver, ela, a Mãe Terra, procurará nos encaminhar para o caminho reto, de maneira que possamos continuar nossa evolução junto com ela. Não creio que ela se comportará como uma madrasta, talvez somente como uma mãe severa.
Se fizermos analogias astrológicas em nível coletivo, poderemos, então, deduzir que em 2012 estaremos dando muita importância ao núcleo familiar, mas também ao solo, ao país que nos abriga e nutre. Teremos muita instabilidade, seja no campo econômico, que nas modas, nos costumes, nos núcleos familiares que mudarão de forma, de composição. Os movimentos de massa, como manifestações, passeatas, clamores, e rebeliões aumentarão bastante, e no mundo inteiro. As preocupações com as 'águas da vida' estarão na pauta diária: mares, rios e oceanos precisarão de nossos cuidados, antes que seja tarde! As figuras femininas e maternais e os assuntos do trivial precisarão de novas abordagens, mais adequadas ao mundo em transformação. E, finalmente, precisamos pensar principalmente naquilo que entendemos como família!
Qual é a sua importância para nós? Deixo essa reflexão para cada um de meus leitores.
(...)
A Deusa da Noite, como é chamada a Lua, rege as mudanças, as emoções, as recordações e, desta feita, se entrarmos nesta sintonia poderemos nos tornar mais emotivos, nostálgicos e muito influenciáveis, desejosos de efetuar mudanças importantes em nossa vida. ''
Graziella Marracini
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*o calendário Maia, não diz que o mundo acaba em 2012...
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
The impossible dream
''When it comes to the things we want, there always seems to be an endless list. No matter how many times we get something off that list, we add new things to replace it. In life, this drama of wanting and getting and wanting is all part of the dance.
The things we want motivate us to get up and get them.
And yet, at the same time, we can torment ourselves with our wanting, especially when we want something we can't have or can't find.
It is in cases like these that it might be fruitful to entertain the idea that maybe what you really want is right in front of you.
Maybe you are using this desire you can't fulfill to distract you from truly engaging the blessings you already have.
It may seem like that doesn't make sense, yet we do it all the time.
It may be easier to see in other people than to see it in ourselves.
We have all heard our friends wishing they were more this or less that, and looking at them we see clearly that they are everything they are wishing they were. We know people who have wonderful partners and yet envy you yours. We wish we could give these people a look at their situations from our perspective so that they could see that what they want really is right in front of them.
It's not too far-fetched to consider that we might be victims of the same folly. It can be scary to have what we want.
We get caught up in the chase and forget to enjoy the beauty right in front of us—like a child who never wants the toy she has in her hand but always the one just out of her reach.
Take a moment today to consider the many things you are holding in the palm of your hand and how you might best play with them. '' ( Scott Blum, Daily Om)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Perceiving the Infinite
''Psychic experiences are a natural part of our everyday lives.
People often have difficulty accepting that they have been blessed with psychic abilities because without a frame of reference it is almost impossible to identify an extrasensory experience and to distinguish psychic sights, sounds, and sensations from the projects of the unconscious mind.
To some extent, every human being on the planet is clairvoyant, clairaudient, and clairsentient, although most people discover that they are naturally adept at one more than the others.
When you trust in and take steps to hone your innate clairvoyance, clairaudience, and clairsentience, you will enter a new realm of being in which the universe, your higher self, and your spirit guides lovingly conduct you toward a more aware existence.
Clairvoyance, or clear seeing, is the ability to see with the mind's eye. An individual who has honed their clairvoyant abilities may be able to see in their mind's eye events in a remote location; to witness incidents that have yet to occur; or to perceive shapes, colors, and other images that are physically invisible.
Clairaudience, which means clear listening, is the ability to hear sounds not physically audible. A person with the gift of clairaudience perceives psychic information as auditory resonance and may hear angelic voices, music, or other sounds.
A clairsentient, or clear feeling, individual is able to sense physical, emotional, and spiritual energy in the form of seemingly unearthly scents, touches, and movements.
Each of these psychic abilities can manifest themselves within us voluntarily or involuntarily. It is natural for us to have these abilities; we need only practice.
Developing your psychic talents is a matter of releasing your fear of seeing, hearing, or feeling inexplicable or disquieting stimulus.
Before you attempt to consciously tap into your gifts, ground yourself to anchor your mind in the present to disconnect from any involuntary psychic experiences you may be having.
Concentrate on your intuitive responses to the world around you and notice any sights, sounds, or feelings that enter your mind.
If you trust your perceptions, you'll discover that each psychic impression you receive will be in some way relevant to your experience—even when that relevance may not be immediately recognizable.''
(Daily OM)
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