Tudo aquilo de que dispões hoje é o estritamente necessário para passares à fase seguinte da tua vida. Nem mais, nem menos. Só. Assim. Tal e qual. Tudo o que tens hoje à tua disposição é o que necessitas. É óbvio que querias mais. Claro que sim. Claro que gostarias de ter mais condições para – pensas tu – andares mais depressa de encontro aos teus objectivos.
A primeira pergunta que eu te faço é: Será que tens de andar mais depressa? Será que a este ritmo não estarás a capacitar-te mais, a consolidar-te mais,a estruturar-te mais? Será que não atraíste a velocidade exacta de andamento, necessária para conseguires vencer as tuas resistências consistentemente?Será que essa resistência seria vencida se tudo andasse mais depressa?
E a última pergunta que te faço é: Queres que tudo ande mais depressa para chegares mais depressa aos teus objectivos? Quais objectivos? Será que neste caminho mais lento, mais restritivo, não ficarás mais maleável para aceitar que aqueles não são os teus verdadeiros objectivos?
Se queres mais, mais coisas, mais depressa, está na hora de chorar a impotência. Chora. Chora essa impotência de as coisas terem de ser desta maneira. Chora, porque é a única coisa que podes fazer neste momento. Chorar e conformares-te que hoje é o que tens. E mais nada. E não precisas de mais nada.
Tudo o que atraíste neste momento, tudo de que dispões agora é o estritamente necessário para alcançares a próxima fase da tua vida. Querer mais agora, é ego. E isto é tudo o que eu tenho para te dizer.
O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Coisas da Lua
''Eclipse Lunar no grau 24 de Sagitário e Lua Cheia no grau 24 no eixo Sagitário/Gémeos...
Sinto necessidade de vos explicar um pouco mais objectivamente a energia destes dois eclipses que estamos a receber neste mês de junho....
O primeiro eclipse de dia 1 de junho , foi um eclipse solar conjunto ao nódulo sul , o que trás a oportunidade de libertação de aspectos da identidade, áreas dos nossos padrões psiquicos/emocionais /comportamentais para permitirmos libertar, pois desta forma daremos oportunidade ao inicio um novo ciclo de identidade... ou seja como seres mais livres a receber e a magnetizar experiências novas... novas atitudes perante a Vida.... mas isto requer sinceridade, transparência e honestidade no olhar para Nós Próprios e o que queremos libertar do desejo egoico.... libertação do Ego....
O fim de uma experiência de consciência para a preparação de uma nova fase....
O eclipse de dia 15 de junho é um eclipse Lunar conjunto ao nódulo Norte.... e oferece a oportunidade para um impulso de uma nova energia... expansão do novo... um influxo para novas fases de crescimento de Nós , como seres em descoberta de Si.... reconhecimento de novas visões sobre quem somos e o que queremos descobrir de Nós.... Trás um culminar de um processo e a criação de um novo ciclo....
Os eclipses têm um impacto de profunda mudança em Nós e na nossa vida... a energia fica a actuar durante vários meses... e como podem verificar sempre actuam em parceria.... largar o velho para que o novo possa entrar.... dentro de Nós e manifestando -se fora.... se não buscamos em consciência a mudança, a vida , pelo seu harmónico fluxo de energia nos trás as experiências que devolverão a oportunidade de mudança....
Um eclipse Solar sempre acontece numa Lua Nova... fim de um ciclo e inicio de outro....
Um eclipse Lunar dá-se na Lua Cheia e assim nos confrontamos com o velho face ao novo.... temos a oportunidade de interiorizar o impulso do novo... trazer á consciência o que mudar para seguirmos o impulso que nasce em Nós e nos direcciona para o novo....
Talvez seja benéfico fazermos uma sintese do eclipse de dia 1 de junho para percepcionarmos de uma forma mais objectiva como este de dia 15 vai estar a actuar em parceria ...
Aconteceu no grau 11 de Gémeos e a lua nova em conjunção produziu a receptividade ao inicio do ciclo.... Estas duas energias em conjunto produzem então o fechar de algo e o inicio de um novo impulso.... largar e semear....
O arquétipo de Gémeos tem como vibração ao nível do inconsciente a falta de sensibilidade aos outros fora de Nós.... uma tónica superficial e sem receptividade amorosa ao mundo exterior .... Produz dúvida... impasse... não saber que caminho tomar.... Ao nível da Alma é o grande aprendizado de sentir... ouvir... falar... com o coração.... crescer na atenção ao outro.... definir a verdade que quero aprender e entregar-me com fidelidade.... sem dúvida....
O eclipse de 15 de junho vai se dar no grau 24 de Sagitário e com a Lua Cheia.... trazendo um impulso para a definição da verdade... de retomar o caminho sem dúvidas... já definindo de uma forma clara o que quero... como quero.... e qual a acção a tomar.... a Lua cheia trás o confronto interior entre o que ainda me cria duvida, impasse, nos novos valores que quero integrar .. nas mudanças que quero accionar... qual o rumo a seguir ... e o trazer então á consciência onde ainda não me estou a permitir... onde ainda estou a resistir á mudança....
O facto do sol estar conjunto ao nodulo sul e mercúrio em gémeos, oposto á lua em sagitário e trigono a neptuno, cria uma tensão maior no interior, quero avançar mas não sei como.... quero falar a minha verdade e fico dividido não sabendo bem com me expressar... , podemos ter a ilusão que estamos sentindo os outros fora de Nós... mas no fundo podemos só estar a idealizar como gostariamos que os outros nos compreendessem.... ou criando mesmo esse ideal.... alimentando a ilusão ( neptuno em quadratura com vénus e marte) e no entanto os outros podem então nos desiludir , deixando-nos frustrados e sem saber como agir....
Se temos estado a encontrar novas formas de nos relacionarmos com os outros , esta é a altura de a pormos em práctica... de realmente nos permitirmos ouvir e sentir o que os outros têm para nos dizer.... se criamos expectativas desiludimo-nos... e ai podemos criar uma atitude teimosa e sentindo a diferença como algo injusto... a divergência de ideias pode ser deveras dificil... jupiter conjunto à lua negra.... e trigono a plutão... poderá trazer confrontos de valores , opiniões em confronto.... mas em simultâneo uma dificuldade em enfrentar a energia que envolve a dinâmica relacional.... poderá trazer momentos de nostalgia... tristeza.... e ficarmos fechados na nossa razão.... sem sentir o outro...
Urano em carneiro oposto a saturno em balança, criando a estrutura base do que largar de nossa identidade e as formatações rigidas de como temos que ser, agir, sentir e obedecer na relação da nossa identidade e os outros lá fora.... e impulsionando o inicio de um novo ciclo .... sermos mais autênticos ... verdadeiros... para conosco próprios
Como podemos constatar a dinâmica em todas as áreas é de mudança... restruturação.... recolhimento e integração.... para que possamos começar a agir mais em sintonia com o que pensamos e dizemos.... fidelidade em confronto com duvida....
A verdade como enfase nas relações.... e iniciarmos então o processo de fidelidade aquilo que acreditamos que é o nosso caminho e permitindo ao outro a mesma liberdade.... saber dialogar sem medo do confronto e sem necessidade de impor a nossa verdade... mas aprendendo a diferença pela complementariedade....
Iniciemos então este novo ciclo que os eclipses nos trazem como oportunidade....''
Ruth Fairfield
terça-feira, 14 de junho de 2011
Going away to go within
Occasionally, we need to pause - and step away from the hustle and bustle of modern life. One way to do this is to get away from our daily life and go on retreat. Far more than a vacation, a retreat offers us time to ourselves to rest, heal, reflect, and renew our spirit. It is a time to cocoon so that we may emerge renewed, refreshed, and ready to return to our everyday lives with a new perspective. A retreat gives us time for uninterrupted meditation so that we may go deep within and spend time with ourselves.
A retreat may offer quiet, solitude, and sometimes even silence. Retreats often take place in humble dwellings with simple fare so that our senses may be reawakened to the beauty of unadorned tastes and the sights and sounds of nature. When we spend days in contemplation, we can more easily hear our heart when it speaks to us. We also are able to really listen when a bird sings, deeply breathe in the smell of flowers, grass, or earth, and delight in a soft breeze blowing on our cheek. When we go on retreat we have time to connect to the sacred geometry of a labyrinth, discover epiphanies through asanas, or take a long, reflective walk through the woods where we can give each step our full attention.
Without the pull of deadlines, relationships, the Internet, or other media, we give ourselves time to go deep into our own solitude where we can fully reflect on our joys, sorrows, and fears, owning and releasing them as needed. We may even come to know and understand our life path more deeply. Hopefully, when we return home, we can take a little bit of this time alone back with us and create the space for deep reflection on a daily basis. We also may come back to our life renewed and ready to take on the world. The beauty of going on retreat is that no matter where you go or how long you stay, you’ll always meet yourself when you get there.'' (DailyOM)
'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''
O ideal é mesmo tirar uns dias fora do rebuliço onde vivemos, na pacatez 'silenciosa' e nutridora da Mãe Natureza.
Campo, mar, montanha, deserto, vale, savana, floresta, mato, serra...
Mas nem sempre é possível esse tipo de 'retiro'.
Mas,
Não tem que ser num mosteiro, ashram, convento, spa 'espiritual' de luxo, lugar exótico, ...
Não é preciso praticar jejum, meditação, orações de grupo, cânticos e mantras, danças rituais, alimentação vegetariana, macrobiótica, Yoga, Qi-Gong...
Não tem que ter um guru, mestre, monge, chefe ideológico, mentor, sifu, professor, ... a dar orientações e linhas de conduta ...
Não têm que vestir branco, violeta, laranja, dourado,...
Não têm que usar amuletos, cristais, simbolos de poder, penas, ...
Não tem que sentar em flor de lótus, de pernas descruzadas, deitar à morto, ...
Não tem que colocar velas, incensos, música oriental, ...
Não tem que estar num templo, local sagrado, altar, igreja, ...
...
Podem...mas não precisam.
Apenas precisam de se levar até um pequeno ponto onde possam estar a sós convosco (e aqui pode até ser o jardim atrás do bairro, a praia a uma hora mais morta, o descampado abandonado de uma obra embargada, a margem do rio que conhecem, a varanda do edifício mais alto onde moram, ...)
Verdadeiramente a sós. Sem medo. Ou mesmo com muito medo do que vamos encontrar dentro. É preciso coragem para isso. E cada um de nós tem essa coragem, mesmo adormecida.
Silenciar um pouco (e este pouco pode ir de uma hora -ou menos- a dias) o 'ruído' exterior, a informação que nos bombardeiam, as solicitações, as pressões, os problemas, as obrigações, os anseios, ...
e ficar. Quieto, mudo, em silêncio. A observar e observar-se. A sentir aquele intervalo, (o tempo) a fruir o momento a sós..consigo...e com Deus.
Relaxar, poderá ser um bom termo. Descontrair e observar cuidadosa e atentamente, apreciando o que nos rodeia. (seja o que for)
A Natureza é o melhor exemplo . Uma flor, um insecto,..Mas nem toda a gente gosta. Por isso poderá ser uma construção arquitetónica. Alguém que ali passa ou trabalha. Um carro estacionado, etc. O que vos vier ao caminho. E se conseguirem por breves momentos que sejam concentrar-se apenas nisso, sem nada pensar (que bonito, que bem feito, que belo, que interessante,que sorte, que bom, ...podem ser incluidos) , estarão a meditar, e a partir daí poderão fazer 'uma espécie de retiro'.
Esvaziam o que trazem, tranquilizam a mente, e poderão abordar os pensamentos que então surgirem, as preocupações, anseios, medos,... talvez com outra perspectiva e tranquilidade. Outra clareza. Eles -os problemas, anseios, preocupações - não desapareceram. Mas nós estamos com outra abertura e recetividade, outra frequência energética que nos permite ter uma abordagem um pouco diferente deles e quem sabe 'ver alguma luz ao fundo do túnel'.
Um músico de cítara indiano, dizia (no meio de um retiro por ele organizado), que não precisavamos de fazer retiros para criar Silêncio dentro de nós. Que em qualquer parte o podíamos fazer. E que o devíamos fazer com alguma frequência.
Quem sabe no final de cada 'retiro' que fazemos, possamos sem deixar de ser quem somos, deixar para trás aquilo que em consciência já não nos faz falta para sermos melhores do que somos, sejam pensamentos, lugares, coisas, pessoas, situações,...e renascermos de novo mais felizes.
A retreat may offer quiet, solitude, and sometimes even silence. Retreats often take place in humble dwellings with simple fare so that our senses may be reawakened to the beauty of unadorned tastes and the sights and sounds of nature. When we spend days in contemplation, we can more easily hear our heart when it speaks to us. We also are able to really listen when a bird sings, deeply breathe in the smell of flowers, grass, or earth, and delight in a soft breeze blowing on our cheek. When we go on retreat we have time to connect to the sacred geometry of a labyrinth, discover epiphanies through asanas, or take a long, reflective walk through the woods where we can give each step our full attention.
Without the pull of deadlines, relationships, the Internet, or other media, we give ourselves time to go deep into our own solitude where we can fully reflect on our joys, sorrows, and fears, owning and releasing them as needed. We may even come to know and understand our life path more deeply. Hopefully, when we return home, we can take a little bit of this time alone back with us and create the space for deep reflection on a daily basis. We also may come back to our life renewed and ready to take on the world. The beauty of going on retreat is that no matter where you go or how long you stay, you’ll always meet yourself when you get there.'' (DailyOM)
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O ideal é mesmo tirar uns dias fora do rebuliço onde vivemos, na pacatez 'silenciosa' e nutridora da Mãe Natureza.
Campo, mar, montanha, deserto, vale, savana, floresta, mato, serra...
Mas nem sempre é possível esse tipo de 'retiro'.
Mas,
Não tem que ser num mosteiro, ashram, convento, spa 'espiritual' de luxo, lugar exótico, ...
Não é preciso praticar jejum, meditação, orações de grupo, cânticos e mantras, danças rituais, alimentação vegetariana, macrobiótica, Yoga, Qi-Gong...
Não tem que ter um guru, mestre, monge, chefe ideológico, mentor, sifu, professor, ... a dar orientações e linhas de conduta ...
Não têm que vestir branco, violeta, laranja, dourado,...
Não têm que usar amuletos, cristais, simbolos de poder, penas, ...
Não tem que sentar em flor de lótus, de pernas descruzadas, deitar à morto, ...
Não tem que colocar velas, incensos, música oriental, ...
Não tem que estar num templo, local sagrado, altar, igreja, ...
...
Podem...mas não precisam.
Apenas precisam de se levar até um pequeno ponto onde possam estar a sós convosco (e aqui pode até ser o jardim atrás do bairro, a praia a uma hora mais morta, o descampado abandonado de uma obra embargada, a margem do rio que conhecem, a varanda do edifício mais alto onde moram, ...)
Verdadeiramente a sós. Sem medo. Ou mesmo com muito medo do que vamos encontrar dentro. É preciso coragem para isso. E cada um de nós tem essa coragem, mesmo adormecida.
Silenciar um pouco (e este pouco pode ir de uma hora -ou menos- a dias) o 'ruído' exterior, a informação que nos bombardeiam, as solicitações, as pressões, os problemas, as obrigações, os anseios, ...
e ficar. Quieto, mudo, em silêncio. A observar e observar-se. A sentir aquele intervalo, (o tempo) a fruir o momento a sós..consigo...e com Deus.
Relaxar, poderá ser um bom termo. Descontrair e observar cuidadosa e atentamente, apreciando o que nos rodeia. (seja o que for)
A Natureza é o melhor exemplo . Uma flor, um insecto,..Mas nem toda a gente gosta. Por isso poderá ser uma construção arquitetónica. Alguém que ali passa ou trabalha. Um carro estacionado, etc. O que vos vier ao caminho. E se conseguirem por breves momentos que sejam concentrar-se apenas nisso, sem nada pensar (que bonito, que bem feito, que belo, que interessante,que sorte, que bom, ...podem ser incluidos) , estarão a meditar, e a partir daí poderão fazer 'uma espécie de retiro'.
Esvaziam o que trazem, tranquilizam a mente, e poderão abordar os pensamentos que então surgirem, as preocupações, anseios, medos,... talvez com outra perspectiva e tranquilidade. Outra clareza. Eles -os problemas, anseios, preocupações - não desapareceram. Mas nós estamos com outra abertura e recetividade, outra frequência energética que nos permite ter uma abordagem um pouco diferente deles e quem sabe 'ver alguma luz ao fundo do túnel'.
Um músico de cítara indiano, dizia (no meio de um retiro por ele organizado), que não precisavamos de fazer retiros para criar Silêncio dentro de nós. Que em qualquer parte o podíamos fazer. E que o devíamos fazer com alguma frequência.
Quem sabe no final de cada 'retiro' que fazemos, possamos sem deixar de ser quem somos, deixar para trás aquilo que em consciência já não nos faz falta para sermos melhores do que somos, sejam pensamentos, lugares, coisas, pessoas, situações,...e renascermos de novo mais felizes.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
MENS AGitat molEM - ( MENSA GEMMARUM )
'quinta
D.Sebastião, Rei de Portugal
D.Sebastião, Rei de Portugal
Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.
Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?'
Fernando Pessoa
BENEDICTUS DOMINUS DEUS NOSTER
QUI DEDIT NOBIS SIGNUM
domingo, 12 de junho de 2011
moon
the Beauty and Loving side of the Moon (sensibilidade, emoção, amor,sentimento, família,intuição, herança, hereditariedade, maternidade, Yin, introspecção,memória, Caranguejo ;)
sábado, 11 de junho de 2011
Criatividade
«A verdadeira pessoa de disciplina nunca acumula.
A cada momento ela morre para aquilo que aprendeu e torna-se de novo ignorante.
Essa ignorância é verdadeiramente luminosa.»
''«A vida é uma aventura.» E é assim que ela devia ser vivida. Nunca repetir as mesmas experiências. Sempre inovar, sempre inovar. Pensa que o ser vai à terra fazer a experiência da emoção. E para ajudá-lo nessa tarefa, criámos a experiência na matéria. As experiências na matéria criam emoção e o ser experiência a emoção. É um circuito fechado que funciona muito bem.
Agora imagina aquelas pessoas que nunca criam experiências novas nas suas vidas. Aquelas pessoas que fazem sempre as mesmas coisas, dia após dia, ano após ano. Porque julgam que mudar é mau. Porque não se atrevem, não arriscam, não se atiram do precipício sem saber o seu tamanho nem o que as espera lá em baixo. Nunca põem a possibilidade de EU estar lá em baixo. E de Eu as colocar numa nave para subirem ao céu. Não têm fé. Não fazem comunhão.
Essas pessoas não experienciam a vida na sua maior dimensão. Nunca saem do seu círculo de conforto. Não arriscam. Não perdem, mas também não ganham. E a vida vai ficando previsível. E vai ficando aborrecida. E um dia notam que já não se interessam por nada. É o dia da morte da essência. É o dia em que a experiência da matéria chegou ao fim por falta de matéria-prima. Por falta de experiências. Tudo fica repetitivo, tudo fica sem graça, tudo fica disforme. E a vida não é nada disso.
A vida é uma grande aventura. Com experiências novas para serem vividas. Novo. Tudo novo. Queres um conselho? Faz com que a tua vida não tenha muitas repetições. Cria situações. Cria. A criatividade é o motor da vida. E se tiveres por obrigação situações repetitivas, vive-as de forma inovadora, todos os dias.
Muda. Muda as coisas. E se não puderes mudar as coisas, muda a forma de fazeres as coisas. E a tua essência vai renascer. E qual Fénix que se eleva das cinzas, vai ganhar asas e finalmente vai voar. E ter uma essência que voa é a forma mais brilhante de se evoluir''.
in , O livro da Luz- Pergunte, O Céu Responde, de Alexandra Solnado
«A pessoa criativa tem de dissolver todos os ''deves'' e ''não deves''.
Precisa de liberdade e de espaço, de um espaço vasto. Precisa do céu inteiro e de todas as estrelas.
Só então pode esta espontaneidade mais íntima começar a crescer»
in criatividade-libertar as forças interiores, de Osho
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