sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
back to earth-outhere
Outhere on earth
I saw myself crying
bring back to the bearth
of my inner door, dying.
Seying deep in me
this spiritual greedy
make me realise and see
the heall that I needed.
Accept and move on
to another direction
don't have expectation
from another dimension.
Just be myself and see
this beautiful place
that is awalys in me
available from space.
(set.2007)
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Liberdade
" A minha liberdade termina quando começa a do outro", é uma frase que ouço amiúde.
Entendo-a como os limites da minha liberdade de fazer, de agir, quando esse agir não afecta ou não diz respeito só a mim, mas implica a inclusão de um outro.
E aí, porque não se trata apenas de um indivíduo, aí entra o respeito, esse conceito fundamental, tão oprimido e ignorado.
O Respeito implica reconhecer no outro a sua unidade e individualidade, a sua idiossincrasia e numa vertente que se aceite, holística, a sua centelha divina.
E essa capacidade de reconhecer, de perceber um todo indivisível, leva-nos a ver o outro como alguém igual a nós e a 'reverencia-lo', ou a respeita-lo nessa condição.
Um Irmão. Independentemente das suas escolhas, dos seus comportamentos, dos seus atributos ou características, apesar de tudo isso.
Ser Irmão, não implica a concordância dos seus actos, mas a aceitação.
Não significa que aprove actos ilícitos, ou actitudes que considere ausentes de luz, de amor. Significa que aceito a sua capacidade de errar; que aceito a sua incapacidade (ainda ou de momento) de fazer ou ser melhor; que percebo as suas limitações humanas, circunstânciais; que não condeno os seus actos; que ao alcance do possível exemplo incondicional dos meus, poderei contribuir para maior lucidez e crescimento.
[não, não é tarefa fácil]
A minha liberdade implica esse respeito profundo pelo Outro e a aceitação suprema da sua liberdade, da sua capacidade de pensar, de agir e de ser, mesmo que não seja (sobretudo se não é ) de acordo com os meus parâmetros, gostos, vivências, valores.
Dar ao outro de facto a liberdade de ser ele mesmo e viver de acordo com a sua etapa evolutiva, de acordo com os processos evolutivos que tem em mãos.
Não sou mais do que Ele em nada. Sou diferente e sou também igual.
Distingue-nos a bagagem hereditária, familiar, social, energética, cármica, profissional (...) ; une-nos a base energética comum, a centelha cósmica, a oportunidade vivencial de cumprirmos determinados e distintos pressupostos e atingirmos ( ou não) outros patamares de luz.
Cabe-nos a cada minuto fazer as escolhas que nos afastam ou aproximam dessa Luz.
O julgamento e o não-julgamento.
Quando julgo alguém, estou a limitar a sua liberdade de ser, estou a julgar-me acima, melhor ( ou também abaixo, inferior ).
Estou a definir ( e restringir) o seu comportamento de acordo com a minha visão, vivência, preconceito, ideia, ilusão.
Estou a colocar-me no lugar do outro, (e a obrigá-lo a ocupar o meu) . Um lugar impossível, porque é só dele. No meu lugar (tal como no dele) só há espaço, capacidade para existir um, o próprio.
Não estou a negar os valores em que acredito (...) estou somente a dizer que os comportamentos cabem aos seus autores, assim como a eles cabe todas as consequências dos mesmos.
Cada um é responsável dos actos que pratica, cada um saberá/terá à luz da sua vivência e consciência, razões, motivos para os praticar, cada um receberá tarde ou cedo os efeitos, as repercussões dos seus pensamentos, dos seus actos, numa lógica incontornável, inevitável ainda que por vezes aparentemente incompreensível e injusta.
Apurar os nossos pensamentos, sentimentos, acções, eis a questão.
Numa tarefa diária, constante, zelosa, de vigília, identificação e adequação. Perceber onde acaba o que sou ( de facto, acção ) e começa a resposta ao outro (reacção) perante o que me disse ou fez.
Frequentemente agimos/respondemos dando ouvidos ao Ego em vez de ouvir a Alma.
E essa erva daninha e caprichosa insinua-se e intromete-se sem pudor ou piedade.
A quem quero agora dar ouvidos?
terça-feira, 25 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
A perfeição

"A perfeição não existe. E, como não é um objectivo, não pode ser uma meta.
Tu só podes querer chegar a um lugar que seja acolhedor, confortável e leve.
Não é suposto o ser humano querer ir para um local desarmonioso e desarmonizado.
Pois a perfeição é isso. É um estado de exigência, de stresse, de angústia e depressão.
É um local em que o ser humano deposita demasiadas expectativas, mas é ao mesmo tempo um lugar desconhecido, pois visto não existir, nunca ninguém lá esteve.
A não ser por breves instantes.
O problema é que os homens não levam isso em consideração.
Querem ser perfeitos.
Lutam para ser perfeitos, julgam tudo o que é imperfeito retirando todo o seu valor.
O homem só não percebe que:
O céu é perfeito.
O Universo é perfeito.
O céu alberga seres de luz.
O mundo alberga homens, seres imperfeitos em busca do caminho da evolução. E como vão evoluir?
Entrando em contacto com a imperfeição do mundo, para, e por conflito com essa mesma imperfeição, conseguirem evoluir, conseguirem avançar.
Agora imagina que o ser era perfeito. Não existiria conflito, e pelo facto de ser pelo conflito que se evolui, não haveria evolução.
Era tudo perfeito, e a experiência da terra nunca teria existido.
E agora? O que é preciso fazer?
É preciso fazer as pazes com a nossa própria imperfeição.
Aceitar que não somos perfeitos, nem temos de ser.
Devemos, isso sim, fazer o melhor que sabemos, da maneira mais responsável.
Só.
E só por isso, eu daqui de cima, já fico muito feliz. "
Nunca tive ídolos, divas, deuses a venerar.
Não coloco ninguém em pedestais de culto e mais ou menos cegas idolatrias.
Vejo homens e mulheres sublimes, capazes de grandes pensamentos e feitos, alguns com grandes poderes de atracção, charme e sedução.
Vejo homens e mulheres, seres humanos como eu, de carne e osso, de alma e coração, capazes das mais luminosas e claras luzes e/ou das mais densas e obscuras trevas.
Depende (também, mas não só ) do padrão vibracional de cada um, da frequência energética em que vibram em determinados momentos limite.
Sempre me inquietou frases tipo: "como é que ele foi capaz disto se era tão_____" , "como é que ela fez aquilo se era tão_____ ", "como é que foi possível aquilo se _____ ".
Devoto, calmo, religioso, honrado, credível, responsável, confiável, amoroso, (....) são muitos os vocábulos empregues, como se por si definissem alguém, fossem sinónimo de imutabilidade, de certeza, de vida.
E as bocas abrem-se de espanto, de incompreensão. Como se fossemos apenas isso, ou sendo isso, ser o bastante para garantir a constância.
As notícias trazem-nos agora com outra frequência e pormenor, casos descobertos pelo mundo, desses chamados monstros, relatos das mais prolongadas, densas e obscuras trevas.
Do alto das imaculadas perfeições (como se os seus 'pequenos' delitos do dia-a-dia, de toda a vida, fossem ínfimos à proporção) , muitos dos outros, senhores dos seus s(ab)eres, das suas qualidades, apontam os dedos em riste, abrem as bocas de pavor e ódio, arregalam os olhos de sórdido 'voyeurismo' e dão de ombros de soberba e inatingível supremacia.
-"Quem nunca pecou, que atire a primeira pedra".
Eu não sou perfeita, nem pretendo ser. Nem aos meus olhos, nem aos de ninguém.
Procuro sim, melhorar-me, atingir harmonia no conflito que é também viver .
Kaizen, todos os dias da minha vida ( 改 善 ) .
quinta-feira, 30 de julho de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
árvores
I see trees of green, red roses too
I see them bloom for me and you
And I think to myself, what a wonderful world
I see skies of blue and clouds of white
The bright blessed day, the dark sacred night
And I think to myself, what a wonderful world
The colours of the rainbow, so pretty in the sky
Are also on the faces of people going by
I see friends shaking hands, saying "How do you do?"
They're really saying "I love you"
...
I see trees of green...
sábado, 4 de julho de 2009
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